Pastor alerta para o “espírito demoníaco de injustiça” que está atuando sobre os governantes

Pastor alerta para o “espírito demoníaco de injustiça” que está atuando sobre os governantesEmbora o Brasil e os Estados Unidos sejam muito diferentes cultural e socialmente, alguns assuntos de tom religioso constantemente são destaque na imprensa desses países. Um deles é o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O pastor Gordon Klingenschmitt foi capelão da Marinha norte-americana por 8 anos. O principal motivo de sua demissão do antigo emprego foi justamente por ter se oposto publicamente à decisão do governo Obama de aceitar gays nas forças armadas. Desde então, o pastor tem se dedicado a seu programa no Youtube, Praying in Jesus Name [Orando em nome de Jesus].
O nome é uma clara provocação a uma lei que proibiu capelães de fazer orações públicas em nome de Jesus.
Em um de seus episódios mais recentes, ele usou palavras duras, que causaram uma grande repercussão. Ao falar sobre as novas leis que têm legalizado o casamento gay, disparou: “há um espírito demoníaco de injustiça” atuando nos governantes.
Ele citou a passagem de Mateus 24:12 “Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará” para alertar os cristãos que não se preocupam com essa questão. Para ele, o termo grego original,anomian, significa literalmente “sem lei”. Termo que, dependendo da versão da Bíblia, em português é traduzido como “maldade” ou “iniquidade”.
“Luxúria não é amor, e o que os membros da comunidade homossexual estão fazendo entre quatro paredes não é amor. É ilegalidade”, disse Klingenschmitt durante o vídeo. “E isso está fazendo com que o amor de muitos cristãos esfrie”.
Depois, pediu que as pessoas que o assistem orassem com ele, pedindo que Deus “impusesse sua lei… a lei do amor, que proíbe a luxúria, proíbe o pecado, e proíbe a ilegalidade. Essa lei suprema do verdadeiro o amor vai proibir a sodomia, que é uma perversão e não é amor”.
Antes de finalizar, ressaltou que os gays devem ser discriminados da mesma maneira que eles discriminam as pessoas que não compartilham sua visão de mundo. Obviamente, tais declarações causaram polêmica e renderam muitas entrevistas de órgãos de imprensa querendo que ele se explicasse.
Quando foi entrevistado no programa de David Pakeman, o ex-capelão deu origem a outra polêmica. Ele afirmou que o reconhecimento do casamento gay trará prejuízos para o casamento tradicional. Porém, quando questionado como seu próprio casamento fora afetado pelos gays que estão se casando em vários Estados, ele foi incapaz de dar uma resposta.
Mais tarde, publicou em seu site uma lista chamada “Sete maneiras como o casamento gay tem desvalorizados os casamentos tradicionais de todas as famílias cristãs”, fazendo um adendo, “inclusive a minha.” Com informações de Daily Mail, Examiner e Fox News.
Estas são as maneiras elencadas por ele:
Fez com que o casamento tradicional fosse menos valorizado pela sociedade e o Estado.
Forçou os casais cristãos a pagar mais impostos ao Estado para compensar as vantagens que os homossexuais “casados” passaram a receber com a legalização.
Gerou mais gastos do governo, ajudando a aumentar a dívida pública, pois o Estado foi obrigado a conceder mais benefícios a esses “casais”.
Tirou o direito de apenas famílias com pai e mãe adotarem crianças, forçando inclusive orfanatos fundados por igrejas a receberem esses “casais”.
Enfraqueceu a segurança nacional e, portanto, ameaça a segurança de nossas famílias. [OBS: Uma referência à aceitação de membros da comunidade gay nas forças armadas].
Prejudicou nossa capacidade de adorar a Deus em templos cujo altar foi profanado por homossexuais que exigem ser casados no religioso, maculando um espaço sagrado de adoração.
Ameaçou a liberdade religiosa de nossa família de inúmeras maneiras.

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